<DIV STYLE="margin-left: 15px"><TABLE WIDTH=761 BORDER=0 CELLPADDING=0 CELLSPACING=0 STYLE="font-family: Arial, Helvetica, Sans-Serif; font-size: 11px"> <TR align=center> <TD><br style="font-size: 5px"></TD> </TR> <TR align=center> <TD bgcolor="#A3DEFF"><br style="font-size: 2px"><strong><a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/sobre-abradh.html">Sobre a ABRADH</a> &nbsp;·&nbsp; <a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/projetos.html">Projetos</a> &nbsp;·&nbsp; <a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/ncleos.html">Núcleos</a> &nbsp;·&nbsp; <a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/informaes.html">Informações</a> &nbsp;·&nbsp; <!--<a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/pp.html">Patrocinadores/Parceiros</a> &nbsp;·&nbsp; --><a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/galeria-de-fotos.html">Galeria de Fotos</a></strong><br><br style="font-size: 2px"></TD> </TR> </TABLE><br style="font-size: 2px"></DIV>
Menu Bem-vindo ao site da ABRADH! ABRADH Notícias
Artigos

Contrastes no Brasil

O Brasil teve em 2007 um dos piores índices de analfabetismo da América Latina, atrás de países como Bolívia, Suriname e Peru. O trabalho infantil ainda ocupa patamares preocupantes – cerca de 10,5% da população entre 5 e 17 anos trabalha no país. Por outro lado, mais da metade dos domicílios brasileiros, pela primeira vez, passou a ter acesso a tratamento de esgoto. A formalização dos trabalho também se intensificou, com alta de 6,1% no número de pessoas empregadas com carteira assinada. Os dados acima fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostram a contrastes na realidade brasileira. Veja o que melhorou e piorou no Brasil, segundo a pesquisa do IBGE.

ANALFABETISMO A pesquisa registrou cerca de 14,1 milhões de analfabetos no país no ano passado. Com uma taxa de analfabetismo de 10%, o Brasil é o 15º em um ranking de projeções de índices de analfabetismo de 22 países na América Latina divulgado pelo estudo. A lista é liderada por Cuba, que aparece com taxa 0,2%. Apesar de ainda ser um dos piores no continente, o índice brasileiro melhorou na comparação com 2006, quando a taxa era de 10,4%.

TRABALHO INFANTIL O trabalho infantil caiu no Brasil em 2007, mas ainda preocupa. Cerca de 10,5% da população entre 5 e 17 anos trabalhava no ano passado, segundo a pesquisa. O contingente – cerca de 4,8 milhões de pessoas –, contudo, foi menor que o de 2006, quando o índice chegou a 11,5%. Mas ainda não é possível afirmar se isso é uma tendência, segundo o IBGE. Em 2005, o número de crianças trabalhando havia crescido em relação a 2004, alcançando 12,2% da população.

DESIGUALDADE A desigualdade no Brasil continuou diminuindo em 2007, com o indicador que mede a concentração de renda de um ano para o outro apresentando a maior queda apurada desde 1990. Segundo a Pnad, o índice de Gini da distribuição de renda do trabalho passou de 0,541 em 2006 para 0,528 em 2007. Apesar dos dados favoráveis, o IBGE ressalta que a distância ainda é grande entre os rendimentos das camadas de maior e menor renda da população.

EMPREGO O número de empregos formais cresceu no Brasil em 2007, com alta de 6,1% . No ano passado, 32 milhões de trabalhadores brasileiros tinham carteira assinada, o que equivale a 35,3% da força de trabalho do país. O crescimento da taxa acelerou na comparação com os dois anos anteriores. Em 2006, o percentual foi de 33,8% e, em 2005, 33,1%. A massa de trabalhadores informais – 20,6 milhões em 2007 – teve queda de 0,7% em relação a 2006, o que não tirou o contingente de um patamar elevado para o IBGE.

RENDA O trabalhador brasileiro recebeu, em média, R$ 960 por mês em 2007. A renda, melhor distribuída, foi 3,2% maior que em 2006, e cresceu pelo terceiro ano consecutivo. Mas ainda não alcançou os patamares de uma década atrás. Os índices registrados pela Pnad em 1998 e 1997 foram de R$ 1.003 e R$ 1.011, respectivamente. A recuperação desses patamares, se vier, acontecerá em ritmo mais lento que nos anos anteriores, de acordo com os dados revelados na pesquisa.

ESGOTO Pela primeira vez, o Brasil passou a ter mais da metade dos domicílios com acesso a tratamento de esgoto, segundo a Pnad. Em 2007, 51,3% das habitações estavam ligadas à rede coletora, totalizando 28,9 milhões de residências. A pesquisa registrou também melhora na qualidade dos domicílios brasileiros. De acordo com a pesquisa, 2,4 milhões passaram a ter acesso à rede coletora de esgoto em 2007, alcançando mais da metade das residências no país.

CELULAR Por causa do acesso facilitado a aparelhos celulares, a presença de telefones em domicílios brasileiros vem crescendo nos últimos anos, segundo o IBGE. Em 2007, 2,7 milhões de residências passaram a contar com aparelhos, totalizando 43,4 milhões, ou 77% do total. Destas, 17,6 milhões tinham só telefones celulares. As casas com computadores passaram a representar 26,6% do total de domicílios, ou 15 milhões. Entre elas, 11 milhões tinham acesso a internet.

Fonte: Jornal Estado de Minas - 18/09/08

<TR align=center> <TD bgcolor="#A3DEFF"><br style="font-size: 5px"><strong><a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/sobre-abradh.html">Sobre a ABRADH</a> &nbsp;·&nbsp; <a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/projetos.html">Projetos</a> &nbsp;·&nbsp; <a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/ncleos.html">Núcleos</a> &nbsp;·&nbsp; <a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/informaes.html">Informações</a> &nbsp;·&nbsp; <!--<a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/pp.html">Patrocinadores/Parceiros</a> &nbsp;·&nbsp; --><a href="http://www.abradh.org.br/pages/2007/08/galeria-de-fotos.html">Galeria de Fotos</a></strong><br><br style="font-size: 5px"></TD> </TR>

Parcerias >>
 

Confira também >>
 

Rua Pirapetinga, 176 / Sala 02 - Serra - Belo Horizonte/MG  ·  CEP: 30220-150  ·  Tel.: (0xx31) 2535-0087  ·  E-mail: abradh@abradh.org.br